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| por Swami Pavitrananda, da Ordem Ramakrishna Com 50 ensinamentos da Santa Mãe no capítulo final Traduzido por Leonardo Thierry Formato: 13 x 18cm 120 pgs brochura costurada ISBN: 85-87546-12-0 |
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Excertos
Ao ser abençoado com a primeira visão da Mãe Divina, Sri Ramakrishna foi arrebatado pelo ardente desejo de reviver incessantemente essa experiência. Sentia-se como um homem que um dia teve em mãos um tesouro inestimável, posto depois fora de seu alcance. Ansiava que a experiência se repetisse. Essa vontade dominava-o a tal ponto, e com tal força, que ele já não conseguia comportar-se como uma pessoa normal. Seu estranho modo de agir fez com que muita gente pensasse que ele perdera a razão. Capítulo 1, pág 5 A mais querida do povoado Saradamani nasceu no dia 22 de dezembro de 1853, 17 anos depois de Sri Ramakrishna. Mesmo sendo muito querida por todos, sua família era pobre e, para ajudar os pais, cabia a ela fazer os serviços da casa. Por ser a mais velha, cuidava pessoalmente de seis irmãos e irmãs mais novos, além de levar comida para os trabalhadores no campo, colher forragem para as vacas e ajudar na colheita do arroz. Esses fatos se tornam ainda mais comoventes quando sabemos que mais tarde, já em idade avançada, ela deu instrução espiritual a milhares de pessoas dispostas a gastar literalmente tudo o que tinham para que seu menor desejo fosse atendido. Mesmo em circunstâncias mais favoráveis, manteve sempre sua maneira simples de viver. Preferia a comida típica da roça, cumpria as tarefas domésticas e seguia uma rotina igual à das outras mulheres daquele vilarejo humilde. Capítulo 2, pág 8 A mãe amorosa A mãe de Saradamani ficou muito triste ao saber que ela se casara com um homem considerado louco que vivia a maior parte do tempo alheio ao mundo. Sua Sárada jamais saberia o que é ser chamada de mãe pelos filhos. Sri Ramakrishna disse-lhe então: Querida sogra, não precisa ficar triste. Sua Sárada terá tantos filhos que ficará cansada de ser chamada de mãe. Essas proféticas palavras sem dúvida cumpriram-se. Não saberíamos dizer se a Santa Mãe realmente se cansou de seus filhos. A verdade é que nenhuma outra mulher recebeu tanto carinho e foi chamada de mãe por tantas pessoas. Uma devota confessou a ela: A senhora tem muitos filhos iguais a mim, mas eu não tenho uma mãe como a senhora. Capítulo 14, pág 87 |
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Ela é Sarasvati, a Deusa do Conhecimento, que surgiu para conferir sabedoria a todos; só que desta vez ela veio como uma mulher muito simples. A vida de uma santa da Índia moderna Leia também Publicações da Ramakrishna Vedanta Visite o site www.vedantarj.org.br |
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